Oração do dia 18/08 – Assunção de Nossa Senhora

Evangelho do dia comentado

18 de agosto de 2019 – Assunção de Nossa Senhora

Deus eterno e todo-poderoso, que elevastes à glória do céu, em corpo e alma, a imaculada virgem Maria, mãe do vosso filho, dai-nos viver atentos às coisas do alto, a fim de participarmos da sua glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Lucas 1,39-56
Aleluia, aleluia, aleluia.


Maria é elevada ao céu, alegram-se os coros dos anjos.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
1 39Naqueles dias, Maria se levantou e foi às pressas às montanhas, a uma cidade de Judá.
40Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel.
41Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu no seu seio; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
42E exclamou em alta voz: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.
43Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?
44Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio.
45Bem-aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas!”
46E Maria disse: “Minha alma glorifica ao Senhor,
47meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,
48porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,
49porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo.
50Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem.
51Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos.
52Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes.
53Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos.
54Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia,
55conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre.
56Maria ficou com Isabel cerca de três meses. Depois voltou para casa”.
Palavra da Salvação.

Comentário do Evangelho:

A GLORIFICAÇÃO DE MARIA

A festa da assunção de Nossa Senhora leva-nos a repensar todo o seu peregrinar neste nosso mundo, pois se trata de celebrar o desfecho de sua caminhada. O fim da existência terrena de Maria consistiu na plenificação de todos os seus anseios de mulher de fé e disponível para servir. A expressão “repleta de graça”, dita pelo anjo, encontrou sua expressão consumada na exaltação dela junto de Deus.
A estreita conexão entre a existência terrena de Maria e a sua sorte eterna foi percebida desde cedo pela comunidade cristã, apesar de a Bíblia não contar os detalhes de sua vida e de sua morte. A comunidade deu-se conta de que Deus assumiu e transformou toda a sua história, suas ações e seu corpo.
O relato evangélico é um pequeno retrato de Maria. Sua condição de mãe do Messias, o “Senhor” esperado pelo povo, proveio da profunda comunhão com Deus e da disponibilidade total em fazer-se sua servidora. Expressou sua fé no canto de louvor – o Magnificat –, no qual proclamou as maravilhas do Deus e as grandezas de seus feitos em favor dos fracos e pequeninos.
A comunhão com Deus desdobrava-se, na vida de Maria, na sua disponibilidade a servir o próximo. A ajuda prestada à prima Isabel é uma pequena amostra do que era a Mãe de Deus no seu dia-a-dia.
Assunta ao céu, Maria experimentou, em plenitude, a comunhão vivida na Terra.

Fonte: Dom Total.

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Paróquia Imaculado Coração de Maria

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