Pastoral do Dízimo

A enfermidade põe em evidência a fragilidade e a precariedade da existência humana. Ao mesmo tempo, abre a pessoa enferma para a tomada de consciência dos valores permanentes e transcendentes. O enfermo, entregue aos cuidados dos outros, é levado também a descobrir a solidariedade como essencial para a realização humana. A recuperação da saúde pode então assumir o aspecto de uma “ressurreição”, de uma vida nova. A última ceia, Jesus Cristo inclinou-­se para lavar os pés dos apóstolos, antecipando o sacrifício da cruz. Com esse gesto, convidou os seus discípulos a entrar na lógica do seu amor. Na cruz de Cristo, o sofrimento foi associado ao amor: o amor que cria o bem, que tira o bem do mal, que se entrega, especialmente aos mais pobres e necessitados.

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Objetivos em nossa paróquia​:

  • Fortalecer as ações de visita aos enfermos nos hospitais e residências da paróquia;
  • Divulgar as atividades da pastoral para atender melhor ao povo;
  • Integrar os jovens na visita aos enfermos;
  • Promover encontros formativos.
  • Promover a evangelização dos dizimistas e não dizimistas;
  • Integrar os jovens na Pastoral do Dízimo;
  • Intensificar a formação sobre o dízimo a fim de criar consciência missionária nos fiéis.

 

 

 

Ajudar a Igreja em suas necessidades” (5º mandamento da Igreja). Recorda aos fiéis que devem ir ao encontro das necessidades materiais da Igreja, cada um conforme as próprias possibilidades (CDC, cân. 222). Não é obrigatório que o dízimo seja de 10% do salário, nem o Catecismo nem o Código de Direito Canônico obrigam esta porcentagem, mas é bom e bonito se assim o for. O importante é, como disse São Paulo, dar com alegria, pois Deus ama aquele que dá com alegria (cf. 2Cor 9, 7).

Demos graças a Deus pela Santa Mãe Igreja que nos guia. O Papa Paulo VI disse que “quem não ama a Igreja não ama Jesus Cristo”.

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